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Cultura

ET de Varginha completa 25 anos terrestres

Em 20 de janeiro de 1996, recebemos uma visita ilustre: O ET de Varginha

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O ET, provavelmente mais conhecido do mundo, passou por aqui há exatos 25 anos.
Esta visita aconteceu em 20 de janeiro de 1996 na cidade de Varginha-MG, e por isso este personagem ficou conhecido como “ET de Varginha”.

Há muitas dúvidas neste caso, até porque não temos comprovação científica, e o que temos são apenas relatos. Bem convincentes, porém, somente relatos.

“Reza a lenda” que em uma tarde, as jovens Kátia, Liliane e Valquíria caminhavam pelas ruas do bairro Jardim Andere, que fica próximo ao Centro da cidade de Varginha, no Sul de Minas Gerais. Até que resolveram “pegar um atalho”, passando por um terreno sem construção, quando de repente, se depararam com uma criatura estranha.

Segundo os relatos das jovens, a criatura tinha braços, pernas, com cabeça grande com 3 chifres, enormes olhos e vermelhos, magra, pele marrom e com os pés em forma de “v”. Elas contam ainda que a criatura parecia estar tremula de medo e possivelmente ferida.

Há muito misticismo e versões sobre este caso ainda sem elucidação. No vídeo, poderemos conhecer um pouco mais sobre este “nobre e incompreendido visitante galáctico-mineiro”!


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Cultura

Duque de Caxias realiza a VIII Conferência Municipal de Igualdade Racial

Atividade destaca representações institucionais e entrega de moções durante a conferência

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Duque de Caxias sediou, no último sábado (22), a VIII Conferência Municipal de Defesa dos Direitos do Negro e Promoção da Igualdade Racial e Étnica. O evento, organizado pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, ocorreu no Cine Teatro do Shopping Unigranrio, no Jardim 25 de Agosto, e reuniu representantes da sociedade civil e do poder público para discutir políticas relacionadas à igualdade racial no município.

Durante a conferência, oito representantes da sociedade civil foram eleitos, por aclamação, para compor o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos do Negro e Promoção da Igualdade Racial e Étnica (Comdedinepir). O grupo foi distribuído da seguinte forma: seis vagas destinadas a instituições do movimento negro e duas a entidades de outras etnias, povos indígenas, organizações religiosas ou entidades sindicais. Os conselheiros terão mandato de dois anos, entre 2026 e 2027.

O encontro fez parte da programação da Semana de Tradições e Artes Negras e Contemporâneas. Durante a atividade, o secretário municipal de Cultura e Turismo, Aroldo Brito, entregou Moções de Honra a personalidades do município com atuação reconhecida nos campos histórico, cultural ou artístico. Entre os homenageados, esteve o ex-vereador José Zumba Clemente da Silva, autor da Lei nº 1.394/1998, que instituiu a Semana das Tradições e Artes Negras e Contemporâneas no calendário cultural de Duque de Caxias.

As instituições eleitas para representar a sociedade civil no Comdedinepir foram: Ordem dos Advogados do Brasil – Seção RJ; Grupo Cultural Afoxé Filhos de Angola; Movimento Negro Unificado (MNU); Andrea da Marchinha; Ilê Axé Omi Dagan D’Oxum; Templo Catobandista das Rainhas; Associação Civil Resgatando Vidas Sonho Meu; e Tenda Espírita Luz de Maria.

A conferência encerrou a agenda prevista para 2024, reunindo setores ligados à defesa dos direitos da população negra, diversidade étnica e promoção de políticas públicas voltadas à igualdade racial no município.

 

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Agenda Cultural

Debate no Museu Vivo do São Bento discute patrimônio, cultura e reparação racial

Evento destaca patrimônio, memória e diversidade na Baixada Fluminense e reúne pesquisadores e gestores culturais em Duque de Caxias.

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O Museu Vivo do São Bento, em Duque de Caxias, realiza na próxima quarta-feira, 26 de novembro, às 14h, a roda de conversa “Patrimônio, cultura e reparação: caminhos para a construção da igualdade racial na Baixada Fluminense”. O encontro reúne especialistas que atuam em educação, patrimônio, cultura e políticas de diversidade, com foco na reflexão sobre identidade, memória e reparação histórica no território.

A mesa contará com a participação da historiadora Deise Guilhermina, doutora e mestre em Educação pela Universidade Federal Fluminense. Ela integra o Museu Vivo do São Bento, atua na Rede Municipal do Rio e desenvolve pesquisas relacionadas ao papel do povo negro na sociedade brasileira.

Também participa a pesquisadora Andrezza Lima, mestranda em Patrimônio, Cultura e Sociedade pela UFRRJ. Diretora de Diversidade Cultural de Magé, professora de História em Guapimirim e integrante de projetos culturais na Baixada, Andrezza investiga temas como memória operária, vivências de mulheres negras e movimentos culturais e religiosos do território.

O debate contará ainda com Wladimir Leonel, mestre em Educação pela UFRJ, professor de Sociologia e coordenador do Departamento Municipal de Promoção de Políticas de Igualdade Racial em Duque de Caxias. Ele também integra conselhos municipais ligados aos direitos humanos e à promoção da igualdade racial.

A atividade acontece na sede administrativa do Museu Vivo do São Bento e terá emissão de certificado de participação (horas complementares). Os interessados devem indicar o desejo pelo documento no ato da inscrição, feita por meio de formulário disponível no link informado pela instituição.

 

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Cultura

Duque de Caxias celebra 70 anos de Rock com shows, nostalgia e uma multidão no coração da cidade

Bandas locais, carros antigos e homenagens marcaram o evento que movimentou a nossa cidade.

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O rock brasileiro fez história mais uma vez em Duque de Caxias. No último domingo (9), a Praça do Pacificador, no Centro da cidade, reuniu milhares de pessoas em um clima de pura energia para celebrar o Festival 70 anos de Rock no Brasil. O evento, que movimentou o município com música, cultura e diversão, contou com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, por meio do Edital de Fomento à Cultura Ediélio Mendonça.

Foto: Gabriele Pereira | SMCT/DC

A programação reuniu o melhor do rock nacional e internacional, com apresentações das bandas Gladstone, Drink e Destroya, além de um encontro de carros clássicos, feira gastronômica e os intervalos animados pelo DJ Batata.

Mais do que um festival de música, o evento foi um tributo à história de um gênero que moldou comportamentos e influenciou gerações. O rock, que há sete décadas segue vivo, continua pulsando com atitude, estilo e identidade.

A primeira banda a subir ao palco foi a Gladstone, grupo local que teve a honra de estrear no palco aberto do Teatro Municipal Raul Cortez, o maior palco de artes cênicas da Baixada Fluminense. A banda esbanjou talento e mostrou a força do rock feito em Caxias.

Na sequência, o público vibrou com a banda Drink, que levou uma verdadeira viagem no tempo ao som de sucessos das décadas de 1980 a 2000. A nostalgia tomou conta da praça, que se transformou em uma grande pista de dança a céu aberto.

Antes da última apresentação, a subsecretária de Planejamento em Cultura e Turismo, Milena Coutinho, subiu ao palco para homenagear os representantes dos grupos de carros antigos que participaram do evento: Relíquias Aircooled DC-RJ, Fusca e Chifre, Duke’s Air Cooled RJ e Volks Garage RJ. A homenagem destacou a importância desses apaixonados por preservar a história sobre rodas.

Encerrando a noite com muita energia, a banda Destroya fechou o festival com uma performance eletrizante que fez o público cantar e celebrar o rock nacional em grande estilo.

O Festival 70 anos de Rock no Brasil não apenas celebrou a música, mas também reafirmou o papel de Duque de Caxias como um polo cultural vibrante, que valoriza artistas locais e cria espaço para que a cultura da Baixada Fluminense continue crescendo e inspirando novas gerações.

 

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