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Matéria 41

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Reinicou o moldem? Mas o problema foi mesmo nas redes de Zuckerberg!

WhatsApp, Facebook e Instagram fora do ar nesta segunda-feira (4).

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As redes sociais misteriosamente pararam de funcionar desde o meio dia desta segunda feira (4), e ao que parece, não foi apenas no Brasil. O mesmo está acontecendo nos EUA, Espanha, Alemanha e Reino Unido. Até o momento desta postagem, O WhatsApp, o Facebook e o Instagram não voltaram a funcionar.

Usuários das redes de Zuckerberg foram para o Twitter pedindo o retorno das tais o mais rápido possível e criticam com muito bom humor o apagão das redes. E isso se torna uma uma verdadeira fábrica de memes!

No Twitter, o WhatsApp em seu perfil oficial informa que “tem ciência do problema”, pede desculpas aos usuários e diz que “está trabalhando para que as coisas voltem ao normal”.

Estamos no aguardo desta normalização das redes. Afinal, seja para trabalho ou de forma sociável, a verdade é que ficamos bastante dependentes destas redes.

Atualizações sobre o fato serão postadas aqui.

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Afinal, como é feita a auditoria da urna eletrônica para as eleições 2020?

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Para garantir a segurança do processo eleitoral, as urnas eletrônicas passam por diversos testes, que são realizados antes das eleições e também no próprio dia do pleito. Um desses procedimentos é a auditoria da urna na seção eleitoral, que acontece horas antes do início da votação. Ele consiste na verificação da integridade e autenticidade dos sistemas utilizados. Neste ano será a segunda vez em que essa modalidade de auditoria, prevista na resolução TSE 23.603/19 será realizada.

 

Na véspera do pleito, tanto no primeiro quanto no segundo turno, são sorteadas dez seções eleitorais com urnas já preparadas para a eleição. Após o sorteio, o presidente da Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica comunica ao juiz da zona eleitoral correspondente, que será o responsável pela condução dos trabalhos da auditoria. Partidos políticos, representantes da OAB e do Ministério Público são convocados para, no dia da eleição, acompanhem a auditoria da urna eletrônica na seção sorteada, que é realizada minutos antes do início da votação.

 

Antes mesmo da emissão da zerésima, que é o relatório que traz a identificação da urna e comprova que nela estão registrados todos os candidatos sem haver votos computados para nenhum deles, o juiz determina que sejam realizados os seguintes procedimentos: exame do comprovante de carga, para verificar que se trata da urna da seção eleitoral sorteada, rompimento do lacre do compartimento da mídia de resultado, e retirada do cartão de memória nela inserido. A mídia de resultado é um cartão de memória onde é armazenado o resultado da votação.

 

Por fim, verificam-se as assinaturas e os resumos digitais pelo programa do TSE. Concluída a verificação da assinatura, é impresso o relatório para verificação da integridade dos sistemas. As mídias de acionamento dos sistemas de verificação são então retiradas e a mídia de resultado é inserida no compartimento, que será novamente lacrado, para que a seção eleitoral possa dar início à votação normalmente.

Informações: Seção de Jornalismo do TRE-RJ


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Rússia inicia transferência tecnológica para produzir vacina no Brasil

Processo deve ser acelerado devido à pandemia

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Reuters/Anton Vagavov

Acordo entre o Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF) e a farmacêutica União Química pode permitir que a empresa produza no Brasil, ainda este ano, a vacina contra covid-19 desenvolvida na Rússia. Em entrevista coletiva de imprensa, o diretor executivo do fundo russo, Kirill Dmitriev, destacou que o processo de transferência de tecnologia já começou e, apesar de costumar durar até seis meses, deve ser acelerado devido à pandemia.

A produção da vacina russa também deve ocorrer na Coréia do Sul, na China e na Índia, país em que os lotes também devem começar a ficar prontos neste ano. Sobre a América Latina, Dmitriev afirmou que o Brasil é um parceiro confiável e com um mercado importante e antecipou que novos acordos devem ser anunciados com o Peru e a Argentina. O executivo afirmou que os países devem buscar construir um portfólio próprio com mais de uma opção de vacina e defendeu que a tecnologia utilizada pelos russos esteja entre elas.

A vacina russa contra a covid-19 é chamada de Sputnik V e está em desenvolvimento pelo Instituto de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya. A vacina utiliza a tecnologia de vetor viral, em que outro tipo de vírus é modificado e utilizado para transportar informações genéticas do novo coronavírus. Também funcionam dessa forma as vacinas da AstraZeneca/Oxford, da Johnson & Johnson e da Cansino.

A Sputnik V, entretanto, é a única entre elas a usar dois tipos diferentes de adenovírus humano como vetores virais, um em cada uma das duas doses previstas. As demais vacinas desse tipo utilizam apenas um tipo de adenovírus, humano ou de chimpanzé, para carregar informações genéticas do novo coronavírus e desencadear a resposta imunológica do organismo.

Durante a entrevista coletiva, o pesquisador Denis Logunov explicou que a estratégia de usar dois adenovírus diferentes busca produzir uma imunidade mais duradoura. Logunov também afirmou que os testes clínicos na Rússia não precisaram ser interrompidos até o momento por qualquer ocorrência de efeitos adversos graves, e foram registrados apenas sintomas leves, como febre ou dor no local da aplicação.

Edição: Aline Leal
Por Vinícius Lisboa – repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro
agenciabrasil.ebc.com.br

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