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Política

Dr. José Carlos deixa a Secretaria Municipal de Saúde de Duque de Caxias.

Nomeado, Dr. Antônio Manoel de Oliveira é cardiologista

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Dr. José Carlos em coletiva na inauguração do Hospital do Olho - Foto: Transmissão Duquecaxiensetv.com

Segundo informações, Dr. José Carlos, não é mais secretário municipal de saúde de Duque de Caxias. Por meio de nota enviada ao Portal Duquecaxisense, a prefeitura esclarece:

“A Prefeitura de Duque de Caxias, através da Secretaria Municipal de Saúde, informa que o dr. Antônio Manoel de Oliveira, médico com vasta experiência na área da saúde, assume a pasta, a partir desta sexta-feira (19/02). A nomeação do novo secretário ocorre em função da saída do cargo do dr. José Carlos de Oliveira, que comandou a rede municipal de saúde durante os últimos quatro anos com muita competência e dedicação, ajudando a fazer da saúde pública do município uma grande referência em todo o país. A troca aconteceu devido a um movimento natural de renovação do governo. Certamente, o Dr. Antônio Manoel de Oliveira, que é cardiologista, membro da Sociedade de Cardiologia do Brasil, além de ter exercido a direção do Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro – IECAC, será fundamental para a implementação de novos projetos que serão desenvolvidos na área da saúde do município de Duque de Caxias, que contará, em breve, com um novo Instituto do Coração, entre outras unidades que serão inauguradas”.

Agradecemos ao Dr. José Carlos pelo trabalho exercido em prol da nossa cidade e pelas atenções à nossa equipe sempre que solicitado. Que seja bem vindo o novo secretário municipal de saúde, Dr. Antônio Manoel de Oliveira. Agradecemos também a Assessoria de Imprensa da PMDC. Contem conosco.


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Política

Presidente Bolsonaro se pronuncia pela segunda vez; agora em função de manifestações

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O país segue neste feriado de finados em meio a protestos em pelo menos 17 estados. Estes protestos são em função dos resultados da votação para a presidência do Brasil no segundo turno, onde em números, venceu o candidato Luiz Inácio Lula da Silva, que pela terceira vez, não consecutiva, alcança a presidência. A votação ocorreu no último domingo (30), e nela, o candidato Lula obteve 50,90% dos votos válidos, enquanto Bolsonaro, que tentava a reeleição, 49,10%.

Muitos imputam a culpa dos manifestos aos bolsonaristas, que quando arguidos, respondem de forma veemente: “é pela pátria”. Já os que tendem pela esquerda, afirmam que bolsonaristas não estão aceitando o resultado democraticamente construído. A mídia em geral, com algumas exceções também tem comungado da opinião dos esquerdistas.

Esta manifestação popular teve início com fechamentos de várias estradas por parte da classe que movimenta todo o país: a classe dos caminhoneiros. Este tal fechamento acaba causando grandes transtornos a toda população, pois no mínimo é retirado o direito de ir e vir de pessoas, também impede atendimentos médicos de urgência, atrasa em vários aspectos os trabalhadores, e pode até mesmo causar um desabastecimento e muito mais.

E para evitar maiores transtornos ainda, é que o presidente Jair Messias Bolsonaro veio a público no início da noite desta quarta-feira (2) a fim de interceder junto aos manifestantes para que desobstruam as estradas e ainda para que as manifestações sejam pacíficas. Esta é a segunda vez que ele se pronuncia desde o dia da votação.
Veja o vídeo:

O Ministério da Defesa afirma que defende estas manifestações, desde que sejam pacíficas, ordeiras e sem violência. A pasta emitiu nota dizendo que “O Ministério da Defesa entende que manifestações, desde que ordeiras e pacíficas, são o exercício da liberdade de manifestação de pensamento e de reunião, de acordo com os princípios constitucionais e as leis vigentes. Por fim, o Ministério da Defesa pauta-se pela Constituição Federal brasileira”.

Pelo visto, as manifestações não tem hora e nem mesmo data para terminar. Por isso, estaremos aguardando por atualizações.

 

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Política

Gabriel Monteiro tem seu mandato cassado na Câmara do Rio

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Foto: Reprodução Instagram

Após uma série de denúncias de estupro e assédio moral e sexual contra ex-assessores, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro decidiu pela cassação do mandato do ex-policial militar, youtuber e vereador, Gabriel Monteiro (PL), por quebra de decoro parlamentar.

48 parlamentares votaram a favor da perda do mandato de Gabriel, enquanto apenas 2 contra. Um dos dois votos contra foi do vereador Chagas Bola (União), que é suplente do vereador Dr. Rogério Amorim, e o segundo foi do próprio Gabriel Monteiro. Para a aprovação, eram necessários 34 votos dos 51 vereadores. O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos), filho do presidente da república, Jair Messias Bolsonaro não votou, pois se encontra de licença. Intensas manifestações contra e a favor a cassação do mandato de Gabriel Monteiro aconteceram durante a votação.

Gabriel Monteiro ainda poderá concorrer a uma cadeira na Câmara dos Deputados, pois sua candidatura já foi oficializada, e de acordo com a Lei Eleitoral, um pedido de impugnação de candidatura deve ser apresentada em até cinco dias úteis após a publicação do registro, divulgado no último dia 29 de julho.

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Política

Projeto de Lei pretende liberar topless no Brasil

O deputado diz que a tal prática é antiga e é comum em diversos países.

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Deputado Paulo Ramos, autor do projeto. – Foto: Câmara dos Deputados

Hoje em dia, se uma mulher expor inadvertidamente os seus seios em publico, ela corre o sério risco de ser multada ou detida de três a um ano.

Porém, o deputado federal do PDT do Rio, Paulo Ramos, pretende mudar essa realidade brasileira, e para isso, ele apresenta o Projeto de Lei 190/22 que altera o Código Penal e libera a prática do topless em nosso país.

A sua proposta defende que a mera exposição do corpo humano acima da linha da cintura, não somente em piscinas, margens de rios, ou praias, mas em qualquer que seja o local público, deixe de ser tratado como ato passível de punição, e o deputado Paulo Ramos ainda faz questão de deixar bem claro que a tal prática é antiga e que também é comum em diversos países.

O texto já se encontra em tramitação na Câmara dos Deputados, e antes de sua votação no Plenário, passará pela análise das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher, e da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Se preferir, ouça a reportagem:


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